Necrophosis: Full Consciousness chega em maio e promete redefinir o terror psicológico
Se você acha que o verdadeiro medo vem de monstros saltando na tela, Necrophosis: Full Consciousness está vindo para provar que o horror real é aquele que você não pode combater. A editora PQube e a desenvolvedora Dragonis Games confirmaram que o título será lançado no dia 28 de maio para PlayStation 5, Xbox Series e PC.
Diferente da maioria dos jogos de terror que te entregam uma lanterna e uma escopeta, aqui você está completamente vulnerável. E essa é exatamente a intenção.
O Horror como Obra de Arte: A Influência de Beksinski
O que mais chama a atenção em Necrophosis é o seu visual. O jogo é uma carta de amor sombria às pinturas de Zdzislaw Beksinski, o artista polonês famoso por suas paisagens de “realismo utópico” repletas de morte, decadência e arquiteturas orgânicas.
Ares Dragonis, o fundador do estúdio, passou três anos criando mais de 400 ativos feitos à mão para garantir que o mundo parecesse um pesadelo vivo. O resultado é uma estética que mistura a mitologia de H.P. Lovecraft com um surrealismo macabro que poucos jogos ousaram explorar até hoje.
Por que não há armas?
Em um comunicado de imprensa, Ares Dragonis foi direto:
“A maioria dos jogos de terror te dá uma arma, um machado, algo para revidar. Necrophosis não. Isso é intencional. Não se trata de matar ou sobreviver. Trata-se de enfrentar entidades que você não consegue compreender totalmente.”
Essa escolha de design eleva a tensão. Em vez de focar na mira, você terá que focar nos seus sentidos. O jogador assume o papel da “Consciência”, um ser preso em um receptáculo em decomposição, navegando por um mundo consumido pela podridão eterna.
VEJA TAMBÉM:
O Que Esperar de “Full Consciousness”?
A versão Full Consciousness que chega aos consoles e PC é a experiência definitiva e inclui:
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O Jogo Base: Uma jornada profunda por quebra-cabeças perturbadores e exploração narrativa.
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DLC “Subconsciousness”: Um capítulo adicional onde você explora novos locais surreais com uma narrativa poética entrelaçada aos puzzles.
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Edição Física (PS5): Para os colecionadores, a versão física de PS5 virá com um bônus especial: o jogo anterior do estúdio, The Shore.
Puzzles e Poesia Macabra
A jogabilidade foca em reunir fragmentos de poesia narrativa para entender o lore desse mundo em ruínas. A dificuldade não está em “limpar uma sala de inimigos”, mas em manter a sanidade enquanto resolve enigmas que se tornam progressivamente mais inquietantes.
Se você busca uma experiência que desafie sua percepção e te deixe desconfortável pelo clima, e não apenas por sustos baratos, marque o dia 28 de maio no seu calendário.
Você está pronto para encarar o vazio sem nenhuma proteção? Ou prefere jogos onde pode descarregar o pente nas criaturas? Conta para a gente nos comentários se você encara esse desafio surrealista!
Fonte: Gematsu




